Acupuntura Sistêmica: a cura está em nosso corpo

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IBRAM ensina técnica da Medicina Tradicional Chinesa que faz o corpo “trabalhar” em favor da cura de doenças

O Instituto Brasileiro de Acupuntura e Massoterapia (IBRAM) há 14 anos promove e ensina o método milenar da Medicina Tradicional Chinesa (MTC). Os chineses acreditam que o universo apresenta-se como uma rede infinita de fluxos de energia que só tem existência e significado dentro de um contexto integrado, isto é, a MTC trabalha com o ser humano como um todo e não em partes. A partir dessa sabedoria foi desenvolvida a Acupuntura Sistêmica que é utilizada para estimular o equilíbrio do organismo atuando diretamente nos “canais de energia”, ou seja, os meridianos que o indivíduo possui ao longo de todo o corpo, ligados diretamente aos órgãos e vísceras.

Quando uma pessoa sofre de alguma patologia, ocorrem desordens físicas e/ou emocionais. Segundo o biomédico acupunturista e professor do IBRAM, Marcos Antônio Cau Júnior, “muitas vezes, quando os afetos ou emoções não podem ser expressos, a energia que fica retida pode se manifestar desencadeando disfunções orgânicas. Uma crise afetiva, um conflito interior ou mesmo a vivência de impasses existenciais, vão minando a resistência interna, e criando condições patogênicas que desencadeiam a doença”.

Através dos meridianos de seu corpo, a acupuntura sistêmica é capaz de harmonizar as energias, normalizando o fluxo e restabelecendo o bem-estar do paciente. Esta estabilidade faz com que seu próprio corpo crie “remédios” para seus males. “A acupuntura está se tornando uma opção favorável para uma variedade de propósitos, que vão desde melhorar a fertilidade à redução da dor pós-operatória, pois as pessoas experimentam, significativamente, menos efeitos colaterais, além de ser uma opção mais econômica que as terapias convencionais”, explica o pesquisador da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, Tong Joo Gan.